História da humanidade

Do Minotauro a Jorge Luis Borges e David Bowie, uma exposição recria os labirintos da história da humanidade

A ideia dos labirintos que ao longo da história humana impregnou as mais diversas criações artísticas, literárias e cinematográficas é explorada na nova exposição da Fundación Proa, intitulada “Labirintos”, que investiga através de obras de arte este tema presente desde o mito de Teseu e o Minotauro e até David Bowie e Jorge Luis Borges.

A exposição propõe diferentes instâncias para abordar a ideia de labirintos, que foram trazidos ao plano físico por artistas como o argentino León Ferrari, o americano Dan Graham, Jorge Miño através de suas fotografias, a brasileira Regina Silveira ou o esotérico Xul Solar, do qual são expostas quatro pinturas dos anos 40 e 50.

Dos filmes «Metrópolis» (1927) a «La isla siniestra» (2010) e dos livros «Luminosa espiritualidad» de Manuel Mujica Láinez até «Los reyes» de Julio Cortázar, a literatura e o cinema recorreram repetidamente à ideia de um labirinto -o terceiro eixo temático da exposição- onde também podem ser vistos textos, vídeos, manuscritos e fotografias.

A presença de escritores argentinos nesta sala se traduz nas vozes e imagens de Borges, Mujica Láinez e Cortázar, com diferentes significados sobre o labirinto, cena que se completa com fotos documentais sobre os labirintos feitos em homenagem a Borges em Mendoza e em Veneza.

A exposição «Labirintos» acontece na Fundação Proa, Avenida Pedro de Mendoza 1929, no bairro La Boca da cidade de Buenos Aires, onde ficará até novembro, de quinta a domingo, das 12h às 19h. Ingressos: 200 pesos (1,3 dólares).(telam.com.ar)

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